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Ainda é muito novinho. Precisa de aprender muito. Precisa de ser mais forte. Precisa de ser mais divulgado. Precisa de ser mais participado. Precisa de ser mais comentado. Precisa de ter mais amigos. Precisa de evoluir técnicamente. Precisa de ouvir opiniões. Precisa da ajuda de todos. Precisa imenso de muitas coisas, garantindo sempre o seu ADN que, até aqui foi e continuará a ser, imagens , que se identifiquem com a Sociedade no seu todo.
Teremos sempre como referência os primeiros habitantes, que souberam construir uma comunidade ; Homens e Mulheres dos anos 50, oriundos de todas as camadas sociais (não gosto do termo). A propósito dos anos 50, não posso deixar de divulgar um texto da Clara Ferreira Alves:
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YYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYForam estes Homens e Mulheres ,Aventureiros, Não resignados, Combativos, Independentes, vindos ao mundo destinados, a criar, e a semear. Homens e Mulheres que souberam criar os seus filhos. Homens e Mulheres que criaram uma comunidade que hoje é o orgulho não só dos netos mas daqueles que,sem saberem como tudo começou, admiram e respeitam tudo que envolve o Bairro. Homens e Mulheres, com sonhos,, vindos de muitos lados, concentrados praticamente numa ilha. (Não havia transportes públicos. (mais perto era Alvalade ou Areeiro). Ir a pé não era um exercício….era uma necessidade…uma obrigação!!!. Carros particulares, ninguém os tinha. Bicicleta…. Alguns.) Homens e Mulheres que envelheceram uns ao lado dos outros. Homens e Mulheres que recusaram o fácil, quando lhes diziam “ vem por aqui”. Homens e Mulheres que só iam por onde lhes levavam os seus próprios passos e sonhos.
Ao reler estas linhas, por muito paradoxo que seja, e talvez por isso mesmo, lembrei-me de um poema, que evidencía a irreverência , repúdio e revolta por tudo que é a “boa regra, usos e costumes”. Talvez fosse a esta fonte onde os primeiros habitantes foram encher os seus cântaros de sabedoria. Tomo a liberdade de vos convidar a ouvir um dos mais belos poemas da nossa literatura.
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